
De acordo com o diretor do Deic (Departamento de Investigações sobre Crime Organizado), Nelson Guimarães, mais de cem pessoas são suspeitas de integrar quatro grupos organizados que executaram os ataques e também outros tipos de assaltos.
Entre os investigados estão policiais militares, que atuam no esquema acobertando a ação dos criminosos. Hoje foram presos quatro PMs, um ex-PM e outros dois homens suspeitos de integrar uma das quadrilhas.
"É uma imensa rede. As quadrilhas não são isoladas, elas interagem. Há muita gente a ser investigada e presa ainda. Hoje foi só a ponta do iceberg", disse o delegado. Ele afirma que desde o início das investigações, há dois meses, 26 pessoas já foram presas --sete delas policiais.
Se os próprios integrantes da Polícia Militar, contratados para zelar pela segurança da população, estão envolvidos em crimes, em quem podemos confiar?
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